Sabe o que é o Flexitarianismo?

 

Embora os veganos ou vegetarianos não correspondam à maioria das escolhas alimentares, mais de 1 em cada 3 pessoas identifica-se como “flexitariana” num estudo feito por uma empresa americana. Como o nome indica, a dieta flexitariana é essencialmente uma dieta vegetariana flexível. Este tipo de dieta aposta numa alimentação à base de legumes e fruta da época de produção local. Ainda assim, quem se rege por esta ideologia, minimiza o consumo de carne ou de peixe, mas não de uma forma radical.

Este tipo de comportamento alimentar tem vindo a aumentar nos últimos tempos, na medida em que as pessoas estão cada vez mais conscientes da relação entre a alimentação, saúde e meio ambiente. A flexibilidade que este tipo de dieta permite é um dos grandes atrativos para quem quer seguir uma alimentação mais consciente.

Mas afinal o que é mesmo isto de ser flexitariano? Uma pessoa que opte pelo flexitarianismo prefere consumir alimentos de origem vegetal, sem ter de abdicar por completo do consumo de produtos de origem animal, mas optando sempre por reduzir o seu consumo e adotando um padrão alimentar predominantemente vegetariano.

Existem diversos benefícios associados ao flexitarianismo, como a ausência de alimentos proibidos, o que não causa impedimentos em eventos sociais por exemplo; melhoria do estado de saúde geral, pelo aumento da ingestão de hortícolas e fruta; privilegiar o consumo de produção local, de alimentos sazonais e optar pela escolha de produtos sustentáveis. O consumo ocasional de carne e peixe contribui para a diminuição do impacto ambiental devido à redução do consumo dos mesmos.

A Dieta3Passos® deixa-lhe algumas sugestões para seguir uma alimentação flexitariana:

  • Adotar um padrão alimentar variado composto por alimentos equilibrados do ponto de vista nutricional;
  • Consumir diariamente fruta, hortícolas, leguminosas, oleaginosas, sementes e grãos integrais;
  • Combinar nas refeições principais uma fonte de leguminosas, como feijão, grão de bico, favas e lentilhas;
  • Consumir alimentos de origem animal de acordo com a frequência desejada;
  • Limitar o consumo de alimentos com alto teor de açúcar, gordura e sal;
  • Associar a prática de atividade física regular.

 

Embora a dieta flexitariana proponha a diminuição do consumo de carne, peixe e produtos de origem animal, as organizações vegetarianas não o reconhecem como um tipo de vegetarianismo uma vez que não há evicção total de alimentos de origem animal.

Cada dieta deve sempre ser adaptada à realidade de quem a pratica por isso o acompanhamento por um nutricionista credenciado é sempre essencial.